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O uso da maconha no tratamento da síndrome de Tourette

Fonte: The New York Times [Tradução Portal Terra]

"Existe uma coisa que ajuda a minha Tourette mais do que qualquer outra, e é maconha", diz Louis Centanni, ator e comediante de 24 anos. Os doutores Robert A. King e James F. Leckman, da Escola de Medicina de Yale, que recentemente se juntaram ao blog Consult para responder às perguntas dos internautas sobre a síndrome de Tourette, respondem aqui a leitores perguntando sobre o uso da maconha como alívio para os tiques, vocalizações e cacoetes da doença.

P: Estudos clínicos demonstraram que a maconha pode ser efetiva no alívio dos sintormas dessa doença? Como as substâncias da maconha ajudam os pacientes de Tourette, e outros tipos de drogas depressoras também ajudam?

R: Vários indivíduos com Tourette severa usam regularmente maconha e reportam que ela acalma e alivia seus tiques. Alguns poucos ensaios clínicos randomizados do Delta 9-tetra-hidrocanabinol, ou THC, o ingrediente ativo da maconha, foram realizados.

Alguns dos pesquisadores estão convencidos de que o THC e componentes relacionados da maconha chamados canabinoides ajudam; outros ainda têm dúvidas.

A análise mais ampla até agora da eficácia de canabinoides para a síndrome de Tourette veio de um grupo de pesquisa na Grã-Bretanha, o Cochrane Collaboration, que revisou toda informação disponível.

Eles descobriram que "as melhoras na frequência e severidade dos tiques foram pequenas e apenas detectadas por algumas medições de resultados".

O grupo concluiu que não há provas suficientes para sustentar o uso de canabinoides no tratamento de tiques e de comportamento obsessivo-compulsivo em pessoas com síndrome de Tourette.

Além disso, o uso regular da maconha também tem potenciais efeitos colateriais físicos e psicológicos, como apatia, depressão e até psicose em indivíduos vulneráveis.

Assim como outras drogas, os efeitos variam de paciente para paciente, e os riscos e benefícios devem ser pesados. Nós certamente não recomendaríamos para adolescentes.

Quanto à forma de ação, existe uma crescente literatura científica tratando da capacidade do corpo de produzir substâncias chamadas endocanabinoides, que se assemelham aos componentes ativos da maconha.

Nossos corpos contêm várias enzimas que produzem esses canabinoides endógenos, e dois tipos específicos de receptores dessas substâncias estão espalhados pelo corpo, inclusive no cérebro.

Parece que os canabinoides podem modular grandes sistemas neurotransmissores no cérebro, inclusive aqueles envolvendo o GABA e a glutamina.

Essa série de reações químicas fornece uma hipótese do motivo da maconha às vezes ter o efeito de reduzir os tiques.
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ONU critica ex-presidentes por posição favorável à legalização da maconha

Fonte: Globo.com
Fotos: Fernando Henrique Cardoso e Bo Mathiasen

Posição está no relatório da Junta de Fiscalização a Entorpecentes.
Ex-presidente Fernando Henrique é um dos defensores da causa.


Defendida por ex-presidentes no Brasil, México e Colômbia, a descriminalização do uso de maconha foi alvo de críticas do representante do escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC), Bo Mathiasen, nesta quarta-feira (24).

O representante do UNODC apresentou relatório da Junta Internacional de Fiscalização a Entorpecentes (JIFE) que aborda o assunto. “A Junta registra com preocupação que em países da América do Sul, tais como Argentina, Brasil e Colômbia, há um movimento crescente para descriminalizar a posse para uso individual de drogas controladas, em especial a maconha”, destaca o documento. “Lamentavelmente, personalidades influentes, incluindo ex-políticos de alto escalão de países da América do Sul, têm manifestado publicamente o seu apoio a esse movimento”, conclui trecho do relatório.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é um dos “ex-políticos de alto escalão” que têm defendido a descriminalização da maconha. Segundo o representante do UNODC, nenhum país até agora apresentou uma proposta oficial para descriminalizar a canabis e o que há são posições dos ex-presidentes do México, da Colômbia e do Brasil nesse sentido.

“A planta canabis, que é alvo dessa distorção, é ilícita e está na convenção de 1961 e o Brasil faz parte. Nenhum país tem colocado proposta de legalizar. Tem articulações de pessoas proeminentes que falam da legalização para acabar com a violência em grandes cidades”, relatou Mathiasen. “Três ex-presidentes de México, da Colômbia e do Brasil têm articulado”, complementa.

O representante do UNODC diz saber que “a violência urbana é grande nesses países”, mas argumenta que a descriminalização da maconha “não acabaria com o crime organizado”. Pelo contrário, “ele se articularia de outra forma para ganhar dinheiro”, disse Mathiasen.

A JIFE afirma que a legalização da maconha deve ser combatida pelos governos do Brasil, da Argentina e da Colômbia, porque ela representa uma ameaça para o controle e fiscalização do uso de drogas no mundo.

“A Junta expressa preocupação de que esse movimento, se não for combatido pelos respectivos governos de forma contundente, irá prejudicar os esforços nacionais e internacionais de combate ao abuso e ao tráfico de entorpecentes. Em todo caso, o movimento representa uma ameaça para a coerência e para a eficácia do sistema internacional de fiscalização de drogas e passa uma mensagem equivocada para o público em geral”, diz o relatório.

Nova legislação

O coordenador de saúde mental e drogas do Ministério da Saúde, Pedro Gabriel Delgado, disse que o governo pretende enviar ainda este ano ao Congresso Nacional uma proposta para reformar a lei nacional antidrogas. O objetivo, segundo ele, é criar mais opções para penas alternativas à prisão de usuários de drogas.

“O Ministeio da Saúde considera relevante o debate e ter legislação para distinguir o consumo eventual e o tráfico. A nossa proposta caminha no sentido de buscar legislação mais adequada, mas que em nehnhum momento deixa o consumo de maconha lícito”, disse.

Delgado explicou ainda que a proposta do governo pretende dar aos juízes, a quem cabe pela atual legislação decidir quando o usuário e o pequeno traficante devem ser presos, mais subsídios para aplicação de penas adminstrativas a essas pessoas: “Nossa ideia é mandar uma proposta de emenda à lei atual ao Congresso ainda nesse ano”.
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Cresce uso de maconha entre americanos com mais de 50 anos

Fonte: Globo.com
Foto Ilustrativa

Aos 88 anos, Florence Siegel costuma relaxar ao som de Bach, lendo o jornal "New York Times" e tomando uma taça de vinho. Ela completa sua receita todas as noites fumando um cachimbo de maconha. E recomenda para outros idosos, sem entender por que muitos de sua idade ainda não adotaram o mesmo hábito, que está se popularizando nos Estados Unidos entre adultos com mais de 50 anos, apesar de advertências de médicos.

- Eles estão perdendo muita diversão e muito alívio também - diz a americana, que anda com uma bengala e sofre com artrite nas pernas e nas costas.

O uso da droga ilícita mais comum nos EUA está aumentando à medida que os chamados "baby boomers" chegam à velhice. Nascida a partir de 1945, quando soldados voltaram para casa ao fim da Segunda Guerra Mundial e quando a economia americana ganhou força, essa geração protagonizou os movimentos jovens dos anos 1960 e 1970. Agora, mais velhos, eles cultivam práticas que marcaram sua juventude.

O número de pessoas com 50 anos ou mais que declara fumar maconha subiu de 1,9% para 2,9% entre 2002 e 2008, de acordo com pesquisas da Administração de Serviços de Abusos de Substâncias e Saúde Mental dos EUA. Entre os americanos de 55 e 59 anos, o aumento foi ainda maior: o consumo declarado da droga mais que triplicou, passando de 1,6% em 2002 para 5,1%.

Pesquisadores esperam um crescimento ainda maior, já que 78 milhões de "boomers" nasceram nos 20 anos que marcaram o surgimento da geração.

Em 14 estados dos EUA pacientes podem usar a droga legalmente

Em 14 estados dos EUA pacientes são beneficiados por legislação que permite usar a droga legalmente sob recomendação médica, mas aqueles que fumam nos outros 34 estados do país precisam infringir as leis. Do ponto de vista político, defensores da legalização da maconha acreditam que o número de usuários idosos pode representar um reforço importante para a campanha que promovem há décadas em favor da mudança da legislação americana.

- Por um longo tempo, nossos adversários políticos eram americanos idosos que não eram familiarizados com a maconha e consideravam a droga muito perigosa - afirma Keith Stroup, fundador e advogado do grupo NORML de defesa do uso da maconha que, aos 66 anos, mantém o hábito de fumar a erva enquanto assiste ao noticiário da noite. - As crianças estão criadas, estão fora da escola, você tem seu tempo nas suas mãos e, francamente, é um tempo em que você pode realmente curtir a maconha.

A droga é tida como fonte de alívio para problemas relacionados ao envelhecimento. Seu uso pode, entretanto, representar riscos maiores para os idosos, que ficam sujeitos a quedas e problemas no coração, além de comprometimento cognitivo, segundo William Dale, chefe de medicina geriátrica do Centro Médico da Universidade de Chicago.

- Há outras maneiras melhores para alcançar os mesmos benefícios - afirma Dale, dizendo que faria ressalvas contra o consumo de maconha mesmo que o paciente citasse benefícios
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Maconha é ineficaz contra mal de Alzheimer, mostra estudo

Fonte: Globo.com

Ratos com gene humano da doença foram testados em laboratório.
Pesquisas anteriores diziam que droga agia contra o problema.

Possíveis benefícios da maconha no tratamento do mal de Alzheimer foram testados por cientistas do Canadá, e o resultado foi decepcionante: a droga provou-se cem por cento ineficaz. A descoberta, publicada no jornal científico “Current Alzheimer Research”, esfria as expectativas do uso da droga contra doenças que afetam a memória e a capacidade de aprendizado.

Estudos anteriores usando animais mostraram que a substância HU210 – uma fórmula sintética dos componentes encontrados na maconha – conseguia estimular o crescimento de novos neurônios. Na época, foram usados ratos que carregavam uma toxina responsável pela formação de placas no cérebro, assim como na doença de Alzheimer.

Nos novos estudos, promovidos pela Universidade de British Columbia e pelo Instituto Coastal Health Research, foram usados ratos carregados com os genes humanos responsáveis pelo mal de Alzheimer, que são considerados modelos mais confiáveis para a pesquisa da doença.

Os cientistas esperavam bons resultados, mas os ratos, tratados com altas doses de HU210 durante várias semanas, não se mostraram em condições melhores do que o grupo de controle – os animais que não ingeriram nenhuma substância. O efeito foi contrário: os animais que tomaram a droga acabaram com menos células cerebrais.
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The Sims completa dez anos de lançamento

The Sims completou dez anos nesta quinta, e apesar do tempo de lançamento, o jogo continua sendo um sucesso. O jogo, chamado de “simulador de pessoas”, oferece aos jogadores a possibilidade de ter uma vida virtual.

O jogo é até hoje uma das séries mais duradouras e mais vendidas. Foram três versões principais lançadas e mais dezenas de atualizações e pacotes especiais. O jogo ganhou versões para PCs, Macs, consoles e celulares.

Sozinho, o jogo já rendeu US$ 2,5 bilhões em vendas. A versão original pode ser encontrada em 60 países e 22 línguas. “O sucesso de The Sims é algo que jogadores e a indústria de jogos devem se orgulhar” segundo Tod Rumble, representante da EA, fabricante do jogo.

Download do Jogo
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Que tal andar de bicicleta "voadora"?

Fonte: revistagalileu.globo.com


Martin Angelov não quer levar nenhum ET de volta pra casa, mas bicicletas "voadoras" são essenciais em sua opinião. Ele concebeu um sistema de transporte elevado de bicicletas chamado Kolelinia. Em São Paulo, você poderia pedalar sobre o trânsito enlouquecido da Avenida Rebouças na altura dos cabos de energia. Nada de atropelamentos, é só pedalar e curtir o vento nos cabelos. Veja mais detalhes sobre o projeto:

O sistema é instalado sobre a cidade, pouco acima dos cabos de eletricidade, e é exclusivo para bicicletas

A Kolelinia tem dois elementos, uma via em forma de U — onde correm as rodas da sua bicicleta — e um cabo acima dessa via. 

Detalhe da pista em U

O cabo fica na mesma altura que o guidão da bicicleta, e confere estabilidade e segurança enquanto você voa por cima dos carros.

O cabo se conecta ao guidão usando um gancho especial. Da maneira que a conexão é feita, o guidão não fica fixo ao cabo, mas desliza livremente.

O mecanismo prevê até cinto de segurança. No gancho do guidão, também tem um buraco para conectar um arnês (cinto de segurança usando em escaladas) e um cabo de segurança para se sentir mais seguro.
 
E essa é a estrutura geral que seria montada sobre a cidade.
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Autoridades de Vancouver manterão tolerância à maconha durante Jogos

Apesar da proibição de modo oficial, o consumo de maconha é normalmente bem aceito na cidade canadense de Vancouver. E, durante os Jogos Olímpicos que começam no próximo dia 12, as autoridades garantiram que não vão mudar sua política, apesar de o mesmo não poder ser dito quanto aos atletas, devido ao risco de doping.

“Nossos oficiais mostram uma grande diplomacia de respeito com pessoas que fumam maconha e isto vai continuar”, afirmou Lindsey Houghton, porta-voz do departamento de polícia de Vancouver, à agência de notícias The Canadian Press.

Isto não significa uma liberação total. “Há pessoas que vem visitar a cidade que são de países em que isso não é legal, então não espero que eles apenas estejam aqui para quebrarem as nossas regras”, completou ele, sobre a política de apenas deter usuários em casos graves.

Vancouver é conhecida em todo o Canadá por essa permissividade com drogas. Possui, ainda, o único local em que se pode usar drogas injetáveis de forma supervisionada – um modo para evitar o contágio de doenças por meio das seringas, por exemplo.

Todo ano são realizados eventos em favor da maconha e um dos mais curiosos está sendo planejado para este ano. O ativista Neil Magnuson fará durante os Jogos uma exposição de arte chamada "Cannalympics", com nome relacionado à planta que dá origem à droga, cannabis.
Em competição, a realidade é outra. Apesar de ser considerada uma droga social, apenas, sem melhora no desempenho esportivo, a maconha faz parte das substâncias proibidas pelo Comitê Olímpico Internacional, o que gera punição caso sejam achados indícios em exames antidoping.
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Audiência Medicinal da Maconha: Agressor atira tênis em líder da Suprema Corte de Israel

Fonte: Estadão

Um israelense jogou seus tênis contra a presidente da Suprema Corte de Israel durante uma audiência sobre o uso medicinal da maconha. Ela foi atingida entre os olhos, seus óculos se quebraram e ela caiu da cadeira. Dorit Beinisch, que tem quase 70 anos, não ficou seriamente ferida e o incidente parece ter sido isolado, embora tenha havido um aumento no número de ameaças ao Judiciário.


A juíza foi atingida pelo primeiro sapato lançado e caiu no chão enquanto o outro passou por cima de sua cabeça, disse Michael Eden, que testemunhou o ocorrido. Eden disse que o agressor, um homem grisalho de poucos cabelos, jogou seus sapatos da quarta fileira da sala lotada do tribunal, a cerca de 20 metros da tribuna, enquanto gritava: "você é corrupta, uma traidora, por sua causa eu perdi tudo".


Beinisch, que está no cargo desde 2006, recebeu os primeiros socorros nas câmaras do tribunal e foi tratada com gelo antes de voltar à sala do tribunal, horas mais tarde, para concluir a audiência. Ela foi recebida com aplausos pelos advogados, jornalistas e participantes da audiência.


A porta-voz do tribunal, Ayelet Filo, identificou o agressor como Pinchas Cohen, de 52 anos. Ela disse que a razão para o ataque não está clara, mas que ele não parece ter ligação com a audiência, na qual moradores de uma cidade do norte do país pediam ao tribunal que determinasse o fechamento de um local autorizado a produzir maconha para fins medicinais.


Um alto funcionário de segurança, que falou em condição de anonimato, disse que o tribunal estava prevenido em relação a Cohen desde que ele ameaçou a juíza em 2006. O funcionário disse que os problemas de Cohen com o judiciário provém de uma disputa familiar no tribunal.


Shai Meir, porta-voz dos produtores de maconha, disse que dois juízes ajudaram Beinisch imediatamente, enquanto policiais foram na direção de Cohen e o imobilizaram. O ataque lembrou o realizado contra o ex-presidente George W. Bush no Iraque, no final de 2008.


Em Israel, há reclamações de que não se tem feito o suficiente para conter as críticas verbais feitas por políticos e ativistas de direita contra o Judiciário. As ações de Beinisch incluem decisões contra o uso de palestinos como escudos humanos e o apoio para a reabertura de seções de uma rodovia da Cisjordânia para o tráfego palestino. As duas provocaram a ira de líderes de direita, que a acusam de aceitar o terrorismo.


Ela também se opôs à tentativa dos legisladores de se sobrepor à autoridade do tribunal. Além disso, foi responsável pela condenação de vários ex-ministros acusados por corrupção. Moshe Negbi, especialista em leis israelenses, disse que o agressor pode pegar até três anos de prisão caso seja condenado.
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Los Angeles restringirá venda de maconha para fins médicos

Fonte: estadao.com.br

A Prefeitura de Los Angeles aprovou nesta terça-feira, 26, uma restrição para o funcionamento de
estabelecimento que vendem maconha com fins médicos, uma polêmica decisão que levará ao fechamento de centenas deles. Com a medida, cerca de 500 estabelecimentos do gênero devem fechar, reduzindo o total para quase 150.

A restrição começou a ser discutida há mais de quatro anos e recebeu o sinal verde do Legislativo municipal com a maioria dos votos e diante dos protestos dos defensores dos pontos de venda de maconha, o que é legal na Califórnia desde 1996 para uso médico.

As autoridades locais tentaram responder assim ao que consideram como uma falta de controle diante do crescente número de estabelecimentos que distribuem maconha na cidade.

As restrições, que entrarão em vigor assim que os trâmites administrativos terminem, impedirão que um estabelecimento de venda de maconha fique a menos de 300 metros de escolas, parques ou bibliotecas, imporão seu fechamento às 20h locais e proibirão o uso da droga nos estabelecimentos.

A medida não entrará em vigor até que o prefeito de Los Angeles, Antonio Villaraigosa, ratifique a decisão do Legislativo.

Os empresários afetados já estão estudando ações contra a decisão e devem recolher assinaturas para obrigar à Prefeitura a submeter a lei a um plebiscito. "É um desastre para os pacientes", afirmou James Shaw, o diretor da organização Union of Medical Marijuana Patients, em declarações ao jornal "Los Angeles Times".

Há poucos dias, a Justiça da Califórnia suspendeu as limitações estaduais que estabeleciam o máximo de maconha que um paciente podia ter e cultivar.

Além disso, uma comissão parlamentar desse estado aprovou uma proposta de lei que procura legalizar a maconha e dar à droga o mesmo status do álcool e do tabaco, apesar de a medida estar longe de poder ser discutida no Legislativo da Califórnia.
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Maconha: guerra inútil e de efeito social devastante, concluem especialistas da Oxford University Press.

Fonte: maierovitch.blog.terra.com.br

No planeta, e por baixo, 190 milhões de pessoas fumam maconha com regularidade.

Para as Nações Unidas, segundo estabelecido em vetusta convenção de 1961, ainda em vigor, o consumo lúdico-recreativo da erva canábica e seus derivados precisa ser criminalizado.

O Brasil segue essa proibição à risca.

A nossa legislação, que é nova, apenas substituiu a pena de prisão (privação de liberdade) pela sanção restritiva de direitos como, por exemplo, a prestação de serviços à comunidade.

Em outras palavras: no Brasil, aquele surpreendido na posse de maconha para uso próprio é um criminoso, apesar de tratar-se de uma questão sócio-sanitária que deveria ser regulada administrativa e não criminalmente.

Hoje, e já disponível nas livrarias virtuais, foi lançado, na Inglaterra e EUA, o aguardado livro Cannabis policy: moving behond stalemate (Políticas sobre a cannabis: ultrapassar o impasse). Em breve sairá a versão em francês e italiano.

A obra reúne artigos de respeitados especialistas da Oxford University Press e um convidado da Universidade de Maryland.

Os textos explicam por que as prisões de usuários de maconha, na Grã-Bretanha, EUA e Suíça, não alcançaram efeito dissuasivo: a demanda só aumenta.

Para os especialistas, a guerra à maconha é inútil e economicamente cara. Em alguns casos, desenvolve-se com abuso de poder por parte das autoridades governativas, o que provoca efeitos sociais devastantes.

Para o professor Peter Reuter, docente de Ciências Políticas na Universidade de Maryland, “chegou o momento de governos do mundo todo reverem as políticas sobre a cannabis”.

Parêntese: este blog Sem Fronteiras não sabe informar se o professor Reuter é discípulo de Fernando Henrique Cardoso (FHC) que, depois de dois mandatos e no curso do segundo do presidente Lula, evoluiu da posição criminalizante e punitiva do usuário com pena de prisão para uma linha progressista de legalização do consumo.

Apelidado ironicamente de Farol de Alexandria (uma das sete belezas do mundo antigo), por iluminar e conduzir para longe dos escólios os navegantes inábeis, FHC tenta voltar à ribalta, embora sem proposta sobre a regulamentação da liberação: nem ao menos informa se o monopólio do plantio e venda será do Estado. O apelido de Farol de Alexandria foi dado pelo jornalista Mino Carta, diretor de redação da revista CartaCapital.

A propósito de regulamentação de mercado, o professor Reuter explica: “Os governos deveriam desenvolver políticas responsáveis para administrar a oferta, em vez de deixar proliferar um enorme mercado informal. Aquilo que é preciso estabelecer é uma maneira mais segura pela qual as pessoas possam adquirir a substância. Não se pode deixar isso para o mercado informal, pois este oferece uma substância sempre mais potente”. Trata-se, esclarece Reuter, de uma questão central, ou seja, deve-se regulamentar com precisão o mercado de oferta da cannabis.

Como se percebe, os conhecidos argumentos de FHC são superficiais e surrados. Estão envoltos por esmalte sem brilho, de quinta, e têm a profundidade de um dedal de costureira de falange curta.

Sobre experiência de oferta regulamentada, registro que o governo do Canadá, há mais de cinco anos, cultiva e oferece, para finalidade médico-terapêutica, maconha a pacientes: o princípio ativo (THC) é controlado.

PANO RÁPIDO. A criminalização da posse da maconha para uso próprio representa uma grande fonte de renda, como já escrevi em longo artigo sobre a “Economia da Cannabis”. O Marrocos, por exemplo, depende economicamente da maconha.

Se alguém tiver dúvida sobre a economia movimentada pela erva canábica, aconselho dar uma passada numa dessas modernas bancas de jornal. Lá, o leitor encontra, para venda, caixinhas importadas de papel gomado e cortado.

Para que serviria tal papel gomado de exportação e em caixinhas de várias cores e marcas ?

Um “adolescente senil” (mais de 60 e menos de 70 anos de idade, nos meus cálculos) explicaria tratar-se de substituição da velha palha, muito usada na elaboração de cigarro de fumo de corda por tabagistas inveterados.
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Espanha x Maconha = A Espanha que faz a cabeça

Fonte: Carta de Barcelona - Globo.com

"Diz a lenda que, na Espanha, cada pessoa adulta pode ter em casa, sem perigo de ser presa, dois vasos de “cannabis”, planta cujas flores são consumidas na forma de “porros”, cigarrinhos feitos à mão com ou sem mistura de tabaco.

É apenas uma lenda, mas amplamente apoiada na realidade. A legislação espanhola não considera crime o uso da maconha, seja para fins lúdicos ou medicinais, enquadrando como tal apenas o tráfico da droga e seu consumo em espaços públicos.

A omissão da lei sobre o cultivo doméstico para consumo pessoal é interpretada como permissão por centenas de milhares de espanhóis que ostentam as mais viçosas folhagens em suas varandas. E os tribunais vem confirmando esta leitura.

Multiplicam-se as publicações sobre a planta, seus derivados, utensílios e formas de cultivo; as lojas que vendem desde produtos de cânhamo a uma infinidade de apetrechos para o consumo; as associações de usuários e o cultivo comunitário.

A naturalidade com que o espanhol convive com a “marihuana” é sinal do amadurecimento do debate sobre o tema, que vai muito além da liberação do uso da droga em “coffee shops” como os holandeses.

Um dos principais eixos de discussão, amparado em pesquisas científicas de instituições de renome, é o uso medicinal da planta e/ou de seu extrato, já regulamentado em países como Alemanha, Noruega, Reino Unido, Áustria e Itália.

Lembro que há medicamentos produzidos em laboratório com o princípio ativo da “cannabis” (o THC) cujo uso é autorizado na Comunidade Européia por tratados farmacológicos internacionais. São específicos para sintomas relacionados à AIDS e à quimioterapia de combate ao câncer.

Mas é bem maior a lista de doenças que poderiam ser tratadas com o uso da maconha, a depender da continuidade das pesquisas e da liberação do uso: náuseas, vômitos, anorexia, esclerose múltipla, epilepsia, depressão, dores, glaucoma e até asma.

A regulamentação deste e de outros usos da “marihuana” é a principal bandeira do chamado “Partido da Cannabis”, a Representação Cannábica de Navarra (RCN), sediada em Pamplona, norte da Espanha.

A RCN inaugurou esta semana a primeira sede européia dedicada à experimentação dos usos lúdico e medicinal da maconha.

O programa do partido é no mínimo instigante. Defende, por exemplo, a regionalização do cultivo da maconha – com certificação de origem controlada! - para combater o tráfico, aumentar a arrecadação de impostos e gerar empregos.

Propõe o uso industrial da planta nos mais diversos setores; o ensino nas escolas sobre prevenção ao uso de drogas; a descriminalização do uso de qualquer substância por pessoas adultas.

Tudo sob o controle de uma espécie de agência reguladora da maconha – o Conselho Regulador e Controlador da Cannabis.

O que chama a atenção é a quase total ausência de tabu do espanhol comum para lidar com o assunto.

Talvez a História já os tenha libertado de algumas camadas de hipocrisia, afinal o ser humano convive com a “cannabis” desde o terceiro milênio antes de Cristo, e só nos últimos dois séculos é que isso passou a ser considerado crime.

E não há nada mais pragmático quando se quer enfrentar um problema que encará-lo como ele realmente é, sem as lentes distorcidas do preconceito.

Exemplo que tem sido seguido pelos norteamericanos. Esta semana, o estado de Nova Jersey foi o décimo-quarto a aprovar legislação sobre o uso médico da “marihuana”, e a Suprema Corte da Califórnia eliminou, por unanimidade, os limites para cultivo e porte de “cannabis” para os mesmos fins.

Antes que me atirem pedras, recomendo aos interessados uma visita ao site http://www.cannabis-med.org . Porque, mesmo atrasado, o Brasil não poderá fingir que esse debate não está acontecendo. E é melhor estarmos bem informados."
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Califórnia tira restrições à posse de maconha para uso médico

Los Angeles (EUA), 22 jan - A Corte Suprema da Califórnia suspendeu as restrições que limitavam a quantidade de maconha para uso médico, informou o jornal "Los Angeles Times".

A decisão derruba uma norma em vigor desde 2003, segundo a qual ninguém podia ter mais de 220 gramas de maconha e cultivar mais de 6 plantas maduras. Apenas por prescrição médica estes números poderiam mudar.

De acordo com a sentença de hoje, a partir de agora os residentes na Califórnia com prescrição médica para o consumo da droga poderão possuir e cultivar tanto quanto for "razoavelmente necessário".

A decisão, além disso, complicará o trabalho das autoridades na hora de combater a compra e venda ilegal, já que não haverá um máximo para uma pessoa se ela alegar que é para consumo próprio.

O tribunal restabelece uma iniciativa promulgada em 1996, que não colocava limites à posse e cultivo de maconha, desde que para "propósitos médicos pessoais".

Sete anos mais tarde, foi aprovada uma lei que obrigava aos pacientes que a utilizavam a obter um cartão de identificação para evitar que fossem confundidos com traficantes, além de estabelecer limites.

A posição adotada pela Corte Suprema estadual acontece uma semana depois de uma comissão parlamentar dar seu sinal verde a uma proposta de lei que busca legalizar todos os efeitos da maconha na Califórnia, equiparando seus status ao do tabaco e do álcool.

A medida, no entanto, tem pela frente um longo procedimento legislativo antes de ser submetida à votação por parte do Congresso estadual.
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Países amazônicos tentam fechar posição conjunta para Copenhague



Os países amazônicos e a França tentarão chegar na quinta-feira a uma posição comum para apresentar na cúpula de Copenhague, que buscará avançar em dezembro em torno de um acordo para o combate ao aquecimento global. Os líderes se encontrarão em Manaus, onde diplomatas dos países envolvidos vêm mantendo conversas sobre os temas a serem tratados pelos presidentes durante almoço e reunião de trabalho.

"Tem uma visão muito clara em valorização da questão florestal, defender que as florestas sejam parte do pacote de Copenhague, com fluxo financeiro suficiente e adequado", comentou um diplomata brasileiro.

Na avaliação de integrantes do Itamaraty, a iniciativa pode representar um grande exemplo para os demais participantes de Copenhague, pois tem como demonstrar que países em desenvolvimento e um país desenvolvido --a França-- podem chegar a um entendimento nas negociações sobre o clima.

Por isso, o cenário ideal considerado pelo governo brasileiro é que os demais países amazônicos anunciem a adesão ao documento de posição comum assinado por Brasil e França. Os dois países defenderam a redução das emissões globais em pelo menos 50 por cento até 2050, com relação a 1990.

Por outro lado, um diplomata ouvido pela Reuters disse acreditar que por esse mesmo motivo a presença da França na reunião pode dificultar um consenso que abarque um número maior de temas.

Os países ricos relutam em anunciar metas de redução de emissão de gases de efeito estufa e apoiar financeiramente medidas nos países em desenvolvimento. Já os países emergentes, como o Brasil, recusam-se a aceitar metas. Querem apenas anunciar compromissos voluntários de medidas de combate às mudanças climáticas.

Os assuntos em discussão pelas equipes de negociadores são: a situação das florestas, redução de emissões pelos países desenvolvidos e em desenvolvimento, a adaptação às mudanças climáticas e mecanismos de financiamento a iniciativas para reduzir o aquecimento global.

Além da França, que tem interesses na floresta devido à sua presença na Guiana Francesa, devem participar representantes de todos os países da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) --Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela.

Diplomatas brasileiros disseram não ter certeza da presença do presidente colombiano, Álvaro Uribe. A ausência evitaria uma saia-justa entre Uribe e o presidente da Venezuela, Hugo Chávez. Os dois países enfrentam um momento de tensões diplomáticas desde que o governo colombiano permitiu que os Estados Unidos usem suas bases militares.

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Israel anuncia construção de barreira na fronteira com Egito


O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, aprovou neste domingo planos de construir uma barreira ao longo de parte da fronteira com o Egito e instalar equipamentos avançados de vigilância para impedir a entrada de imigrantes ilegais e militantes.
"Eu tomei a decisão de fechar a fronteira sul de Israel aos terroristas e intrusos. É uma decisão estratégica para assegurar o caráter judaico e democrático de Israel", disse Netanyahu em um comunicado.

Milhares de africanos e outros imigrantes entraram em Israel por meio da fronteira com o Egito nos últimos anos fugindo de conflitos ou em busca de uma vida melhor no Estado judeu.
Netanyahu disse que Israel continuaria recebendo refugiados de zonas de conflitos, mas que "não podemos permitir que dezenas de milhares de trabalhadores ilegais entrem em Israel através da fronteira do sul e inundem nosso país com imigrantes ilegais".

O projeto custará 270 milhões de dólares e levará dois anos para ser concluído.

Fonte: 24horasnews

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Aprenda a falar língua do filme Avatar

O Na'vi, a língua usada pelos alienígenas azuis do filme.
Na’vi foi criado pelo professor Paul Frommer a pedido de James Cameron.


Quem se emocionou com a história de amor entre o soldado Jake Sully e a princesa Neytiri, do filme Avatar, vai poder acompanhar a história dos dois sem legenda. O site www.learnnavi.org pretende ensinar aos terráqueos o Na'vi, a língua usada pelos alienígenas azuis do filme.

O idioma foi desenvolvido pelo professor Paul Frommer, doutor em linguística, especialmente para o filme, a pedido do diretor James Cameron, que declarou que não queria simplesmente ruídos como fala para o povo de Pandora, e sim algo com estrutura gramatical e palavras reais.

O Na'vi não é a primeira língua inventada a ganhar o público. OS fãs da série Jornada nas estrelas levaram o idioma falado pelos klingons ao posto de língua fictícia mais falada. Existe um instituto que regulamente o "klingonês" e existem até versões de livros como Hamlet na língua dos guerreiros de outro planeta. O élfico e outras línguas da Terra-Média inventada por J.R.R. Tolkien em livros como O Hobbit e Senhor dos anéis também possuem estrutura completa e um número razoável de fluentes, assim como a Novilíngua, do romance 1984.

O site ensina frases simples e palavras do vocabulário Na'vi, com traduções do idioma para o inglês. Quem quiser se arriscar a aprender o Na'vi ainda vai encontrar algumas dificuldades, já que a língua ainda está em desenvolvimento e possui apenas o que foi necessário para as filmagens de Avatar, tendo em torno de mil palavras e poucas regras gramaticais. Mas se seguir a tendência de suas companheiras fictícias, o Na'vi tem tudo para emplacar como mais uma opção de idioma para os aficcionados pela obra de James Cameron.

Silstsan adj nume v. Ou em bom português, bom aprendizado.

Fonte: uae.com.br
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Nova Jersey aprova uso medicinal da maconha


A câmara legislativa estadual aprovou nesta segunda-feira um projeto de lei que torna Nova Jersey o 14º Estado americano a aceitar o uso de maconha com fins medicinais por pacientes com doenças terminais.

O governador Jon Corzine, democrata, apoiou a legislação e deve assiná-la ainda nesta semana --tornando-a oficialmente lei.

O projeto permite que pacientes com quadros como câncer, Aids e esclerose múltipla comprem até 57 gramas de maconha por mês, de locais monitorados pelo Estado.

O senador Reed Gusciora, também democrata, foi copatrocinador da lei e tenta aprová-la há anos. Ele diz que a maconha pode ser usada para aliviar o sofrimento e que não há evidência de que causaria aumento do uso de outros tipos de drogas.

"Eu não acho que deveríamos transformar em criminosos aqueles que estão muito doentes e com doenças terminais", disse.

Mesmo assim, diante dos temores da ala republicana, o projeto de lei passou por algumas modificações para evitar abusos: como a retirada do artigo que permitia aos pacientes cultivar maconha em suas próprias casas.

A legislação determina ainda que os pacientes que se enquadram no perfil da nova lei recebam uma identificação do Departamento de Saúde para que possam usar maconha.

Pacientes com doenças específicas, como câncer ou glaucoma, devem demonstrar ainda que sofrem de severa ou crônica dor, náusea, desmaios ou espasmos musculares.

Advogados e pacientes, que aguardavam por horas até o voto final, comemoraram a aprovação. "Eu estou no céu", disse Nancy Fedder, 62, que sofre de esclerose múltipla e diz usar maconha há anos para reduzir a dor. "Significa que eu não sou mais uma criminosa mo Estado de Nova Jersey".

Roseanne Scotti, diretora da Drug Policy Alliance New Jersey, uma organização que diz ser dedicada à reforma da política de drogas, agradeceu os legisladores por votar com consciência. "Nós ficamos absolutamente felizes", disse. "Este foi realmente um triunfo da compaixão".

Outros Estados já permitem o uso medicinal da maconha, como Alasca, Califórnia, Colorado, Havaí, Maine, Michigan, Montana, Nevada, Novo México, Oregon, Rhode Island, Vermont e Washington.

Fonte:Folha Online
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Laudo diz que Michael Jackson foi assassinado


Após quase sete meses de muitas especulações sobre a causa da morte do Rei do Pop Michael Jackson, o atestado de óbito do cantor é divulgado pelo secretário do Condado de Los Angeles e ficou confirmado: Michael sofreu um homicídio por injeção intravenosa, que resultou em uma intoxicação por Propofol, o que causou um ataque cardíaco no cantor, que veio a falecer em 25 de junho de 2009, em Los Angeles.

Ao receber o atestado que comprovou as suspeitas sobre a verdadeira causa da Morte do Astro, a família enviou um comunicado em que disse: “A família Jackson mais uma vez gostaria de elogiar as ações do juiz e dos policiais e aguarda ansiosamente o dia em que a justiça acontecerá”.
Na primeira versão do documento, a causa da morte do Rei não estava listada, o que gerou certo desconforto e levantou fortes suspeitas contra o Dr. Conrad Murray, médico do pop star, que agora com a divulgação desse novo e mais completo laudo, enfrentará sérios problemas pois tem muita chance dele ser indiciado criminalmente, visto que ele se fazia presente no momento em que Michael se sentiu mal.
A versão do médico contradiz algumas evidências, ele informou a policia que estava constantemente monitorando o rei do pop durante a manhã e que lhe deu Propofol por volta das 10h40, após isso, informou ainda que deixou o cantor sozinho por cerca de dois minutos para ir ao banheiro e quando voltou Jackson não estava mais respirando.

O estranho dessa história que levou a polícia a tratar a morte do astro como um homicídio, foi constatar, após obter gravações telefônicas, que o médico ficou 47 minutos ao telefone, em três ligações, iniciadas às 11h18 e segundo a polícia, Murray teria notado que Jackson parou de respirar só às 11h.

O que é Propofol?

Propofol é uma droga potente, também chamada de Diprivan, que é administrado por médicos por via intravenosa e é usado para sedar os pacientes.
Em entrevista ao site MTV.com, o Dr. John F. Dombrowski explicou que a droga é tão poderosa que é necessário ter um médico fazendo o monitoramento durante todo o tempo para que o paciente possa ser salvo se alguma reação negativa acontecer. Este é um dos motivos pelos quais o medicamento só deve ser ministrado em hospitais. "Este anestésico nunca é usado fora de uma clínica médica e nunca é usado como sonífero", disse Dombrowski.
Em documentos divulgados pela polícia no início desta semana, Conrad Murray teria dito que Michael Jackson pediu o anéstesico para conseguir dormir. 

Fonte:odocumento.com.br
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Brasil sobe em ranking internacional de qualidade de vida


O Brasil é o 38º país do mundo em qualidade de vida, segundo um ranking com quase 200 países publicado pela revista americana International Living.

A liderança do ranking, que leva em consideração nove itens – custo de vida, cultura e lazer, economia, ambiente, liberdade, saúde, infraestrutura, segurança e risco e clima – ficou com a França, pelo quinto ano consecutivo.

O Brasil subiu da 43ª posição no ranking de 2009 para a 38ª neste ano. Em 2008, o país havia ficado na 39ª posição.

As melhores avaliações do Brasil ficaram nos quesitos liberdade (83 pontos de 100 possíveis), risco e segurança (83) e clima (82). Os itens mais mal avaliados foram lazer e cultura (58 pontos de 100 possíveis) e infraestrutura (59).

Apesar disso, entre o ranking do ano passado e o deste ano, as notas para infraestrutura passaram de 47 para 59, enquanto a avaliação para a economia foi de 45 para 65.


Latino-americanos

O Uruguai, na 19ª posição do ranking, foi o país latino-americano mais bem avaliado, apesar de ter caído seis posições em relação ao ranking de 2009.

A Argentina, que caiu cinco posições e aparece em 26º lugar no ranking deste ano, é o segundo melhor país da região em termos de qualidade de vida, segundo a International Living.

À frente do Brasil no ranking, entre os latino-americanos, aparecem ainda Chile (31º lugar), Costa Rica (33º) e Panamá (34º). O Equador (39º) aparece apenas uma posição atrás do Brasil, enquanto o México é o 46º colocado no ranking.

Entre os países mais bem avaliados, a Austrália pulou da quinta para a segunda posição no ranking entre o ano passado e este, enquanto a Alemanha subiu do oitavo para o quarto lugar.

Os Estados Unidos, por outro lado, caíram da terceira para a sétima posição.

O Japão, segundo país mais rico do mundo, aparece apenas no 36º lugar, apenas duas posições acima do Brasil.

O último lugar do ranking é ocupado pela Somália. Entre os 15 últimos do ranking, apenas um – Afeganistão – não é um país africano.

Fonte: 24horasnews


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Variação genética exerce a maior influência sobre uso de álcool e maconha

 Estudo analisou 5,4 mil pessoas e seus padrões de consumo.
Marijuana e bebida são as drogas mais usadas pelos jovens.



Cientistas comprovaram uma causa genética para o alcoolismo e o uso de maconha. A descoberta está em estudo publicado on-line em uma revista especializada na pesquisa do alcoolismo.

Mais de 2.700 pares de gêmeos com 20 a 30 anos de idade foram entrevistados.

No caso do alcoolismo e uso de maconha, os pesquisadores puderam avaliar que cerca de 60% do padrão de abuso dessas substância estaria vinculado a variações genéticas.

A marijuana e o álcool já são as drogas mais comumente usadas pelos jovens em todo o mundo. Segundo os Institutos de Saúde dos EUA, de 8% a 12% dos usuários de maconha podem ser considerados como dependentes

Fonte: Globo.com ( Luis Fernando Correia)



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Mariah Carey recebe prêmio completamente bêbada - Vídeo Legendado

Fonte: Yahoo! Brasil 

A cantora Mariah Carey apareceu completamente bêbada no palco do Festival Internacional de

Cinema de Palm Springs, na Califórnia, para receber na noite desta terça-feira (5) o prêmio de Atriz Revelação por sua atuação no filme "Precious" (ainda inédito no Brasil).
Mariah estava tão embriagada que nem conseguiu fazer o discurso de agradecimento. Ela esboçou algumas frases, mas, rindo muito, parou e pediu desculpas. Ela disse "Estou meio..." e não completou a frase. Foi quando alguém da plateia gritou "bêbada!"
Mariah ouviu, disse "sim", caiu na gargalhada e levou a plateia ao delírio.

 Veja o vídeo abaixo (Legendado) - OBS: Para ativar a legenda selecione a opção 'Ativar Anotações', na barra de ferramentas do vídeo no botão com um triangulo.






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